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    Israel lança ofensiva contra programa nuclear do Irã e coloca o mundo em alerta máximo

    A operação militar israelense contra instalações nucleares iranianas, iniciada na madrugada de 13 de junho de 2025, eleva as tensões no Oriente Médio, provoca reações internacionais e acende o alerta para uma possível escalada regional com impacto global.

    JN News, com informações de agências internacionais
    Israel lança ofensiva contra programa nuclear do Irã e coloca o mundo em alerta máximo População se reúne diante de edifício atingido após os bombardeios israelenses em Teerã, capital do Irã. 📸 Imagem: Reuters

    Reportagem completa | JN News Internacional
    Israel – 13 de junho de 2025

    Israel lançou, na madrugada desta sexta-feira, 13 de junho de 2025, por volta das 11h (horário de Brasília), uma ofensiva militar de grande escala contra instalações nucleares e estratégicas no Irã. Batizada de “Operação Leão Ascendente”, a ação atingiu centros de enriquecimento de urânio em Natanz e Khondab, bases da Guarda Revolucionária em Teerã e Khorramabad, além de alvos ligados a cientistas e oficiais militares iranianos. Em resposta, o Irã prometeu retaliação, e Israel declarou estado de emergência nacional, elevando o nível de segurança em todo o território. A ofensiva reacende temores de uma guerra regional e coloca o mundo em alerta máximo.

    Contexto Histórico: Uma Rivalidade de Décadas

    A rivalidade entre Israel e Irã intensificou-se após a Revolução Islâmica de 1979, quando o regime iraniano passou a apoiar grupos anti-Israel, como o Hezbollah (Líbano) e o Hamas (Palestina). Desde os anos 1980, Israel monitora o programa nuclear iraniano, considerando-o uma ameaça existencial. A Doutrina Begin, adotada desde o ataque ao reator iraquiano Osirak em 1981, prevê ações preventivas contra Estados hostis que desenvolvam armas nucleares.

    O Acordo Nuclear de 2015 (JCPOA), abandonado pelos EUA em 2018, não conseguiu frear o avanço do programa iraniano. Relatórios da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), publicados em 2024, indicaram que o Irã possui urânio enriquecido a 60%, próximo ao nível bélico (90%). A escalada das tensões culminou na ofensiva israelense de hoje.

    Detalhes da Operação

    Fontes militares israelenses, sob anonimato, informaram que a operação mobilizou mais de 200 aeronaves, incluindo caças F-35, drones de longo alcance e ataques cibernéticos para neutralizar as defesas iranianas. Os principais alvos foram:

    • Natanz: usina de enriquecimento de urânio, com danos severos em centrífugas avançadas.

    • Khondab: reator de água pesada, essencial para a produção de plutônio.

    • Bases da Guarda Revolucionária: centros de comando em Teerã e Khorramabad.

    Relatos não confirmados, veiculados por agências internacionais e fontes da grande imprensa, sugerem a morte de figuras como o físico Fereydoon Abbasi e os generais Hossein Salami e Mohammad Bagheri. O governo iraniano, até o momento, não confirmou essas baixas, exigindo cautela na apuração.

    Atualizações em Tempo Real (13/06/2025)

    • Resposta iraniana intensificada: às 10h (horário de Brasília), o Irã lançou uma segunda onda de ataques, com cerca de 50 mísseis balísticos visando bases militares israelenses no deserto do Negev. Israel reportou danos limitados, com 80% dos projéteis interceptados pelo sistema Domo de Ferro.

    • Hezbollah entra na ofensiva: desde as 11h, o grupo libanês Hezbollah disparou mais de 200 foguetes contra cidades no norte de Israel, como Haifa e Safed. Autoridades israelenses confirmaram pelo menos cinco feridos.

    • Incidente no Estreito de Ormuz: às 12h, um navio petroleiro de bandeira britânica relatou um ataque de drones no Estreito de Ormuz, atribuído por fontes ocidentais a milícias apoiadas pelo Irã. A Marinha dos EUA reforçou patrulhas na região.

    Reação Iraniana

    Às 8h (horário de Brasília), o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, classificou o ataque israelense como “agressão criminosa” e prometeu uma “resposta severa”. Desde as 6h, Teerã lançou cerca de 120 drones e mísseis contra Israel, a maioria interceptada pelos sistemas Domo de Ferro e David’s Sling. A intensificação dos ataques do Hezbollah, a partir do Líbano, amplia o risco de um conflito multifrontal.

    Repercussão Internacional

    • ONU e AIEA: o Conselho de Segurança da ONU iniciou uma reunião de emergência às 12h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo. A AIEA alertou para o risco de vazamentos radioativos e exigiu acesso imediato às instalações atingidas.

    • Estados Unidos: às 9h, o presidente americano reafirmou o apoio à segurança de Israel, mas pediu “contenção”. A Casa Branca confirmou o envio de dois destróieres ao Golfo Pérsico.

    • Rússia e China: condenaram a ação israelense, acusando Tel Aviv de violar a soberania iraniana. A Rússia propôs sanções contra Israel na ONU.

    • Países árabes: Arábia Saudita, Catar e Turquia criticaram a ofensiva. Jordânia e Emirados Árabes Unidos expressaram preocupação com a instabilidade regional, enquanto o Egito intensificou esforços de mediação.

    Impactos Imediatos

    • Economia global: às 13h, o preço do petróleo Brent subiu 15,1%, atingindo US$ 96 por barril nas bolsas de Londres e Tóquio. O Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial, enfrenta ameaças após o ataque ao petroleiro.

    • Mercados financeiros: o Ibovespa caiu 4,1%, e o S&P 500 recuou 2,8% até o início da tarde. Bolsas asiáticas, como Nikkei e Hang Seng, fecharam com perdas de até 3%.

    • Diplomacia: as negociações nucleares com o Irã, previstas para Omã, foram canceladas.

    Possíveis Desdobramentos

    As próximas 72 horas, até 16 de junho de 2025, serão decisivas. Especialistas apontam três cenários:

    1. Escalada militar: a intensificação dos ataques iranianos e do Hezbollah pode levar a um conflito regional, envolvendo Líbano, Síria e possivelmente milícias no Iêmen.

    2. Contenção diplomática: mediação por Egito ou Turquia pode resultar em um cessar-fogo, embora a nova onda de ataques iranianos reduza essa possibilidade.

    3. Impactos prolongados: o ataque pode fortalecer o regime iraniano internamente, justificar repressão a dissidentes e acelerar os esforços para reconstruir o programa nuclear.

    Declarações de Autoridades

    • Benjamin Netanyahu, Primeiro-Ministro de Israel (7h, 13/06/2025):
      “Neutralizamos uma ameaça existencial. Israel está preparado para qualquer cenário.”

    • Hossein Amir-Abdollahian, Ministro das Relações Exteriores do Irã (8h, 13/06/2025):
      “Israel pagará um preço alto por sua agressão.”

    • António Guterres, Secretário-Geral da ONU (12h, 13/06/2025):
      “A escalada é alarmante. Apelamos por diálogo urgente.”

    Análise Final

    A ofensiva israelense marca um ponto de inflexão no Oriente Médio, com a intensificação dos ataques iranianos e do Hezbollah elevando o risco de uma guerra regional. A crise no Estreito de Ormuz ameaça o fornecimento global de petróleo, enquanto as negociações na ONU testarão a capacidade de contenção das potências. Os impactos econômicos e geopolíticos já são sentidos globalmente, e a próxima semana será crucial para o futuro da região.





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